A degradação feminina me faz rir.

Me pergunto onde nos ingressos das festas à fantasia está escrito que fantasia feminina devia ter saído de um filme pornô. Parece que todos eles têm, porque o que mais existe é menina de mini-saia pagando de gatinha.

Eu aprendi umas coisas na vida. Algumas fácilmente, outras não, porém hoje estou em clima de ’sharing’.

1. Se você tem barriga, não mostre-a. Eu não quero ver. Esse conselho vai até pra as modelettes, eu não ligo se é gorda ou não. O seu corpo é seu e de quem você deseja dividir ele. Sair por aí de mini saia e top é vulgar. Tá, chama a atenção, mas de quem? Quem dá em cima de menina semi-nua? Como é que se diz, mesmo? Ah, “Antes só do que mal acompanhada.”

2. Quesito de Moda!
_________a) Aprenda a combinar, cara. Se você quer usar suspensórios, ótimo, são acessórios legais. Suspensórios servem para segurar as calças. Cinto também. Não os use junto. Como mencionei hoje mais cedo: “é que nem comer arroz normal e integral ao mesmo tempo, inútil!”. Entendeu? É um, ou é o outro. Não so dois. Isso é questão de etiqueta milenar.
_________b) Se você insiste em ser brega, pelo menos saiba coordenar cores. Usar uma roupa toda preta, com um suspensório preto, mas um cinto marrom! Peloamordedeus! E o pior é que eu vi isso TRÊS VEZES em DOIS DIAS!

3. Enfermeiras, médicas, secretárias, líderes de torcida, piratas e algumas variantes são fantasias obcenas. São sim, não me venha com essa! São obcenas e parecem que vieram direto de um filme pornô. Tá, ok. Tem gente que consegue fazer ficar foda e não vulgar, mas são MUITO poucas. Tanta coisa para se vestir e as pessoas saem como “possível-vítima-de-estupro-voluntário”?

4. Que espécie de menina grita histéricamente quando perguntam se ela é ‘piriguete”? Sério, total auto-estima no cu, né! Tenho repeito pelas mulheres que querem dar e dão para quem elas querem, quando elas querem e da maneira que querem. Mas saí por aí falando que dá pra todo-mundo-mesmo-FOREVAH é um exagero. Acho hi-lá-ri-o, sabe? Se eu chamo elas de puta, reclamam! Daí rola milhares de brigas, problemas, etc (isso se não ficar físico). Mas se o cara da música pergunta se você é vadia desdentada, aí sim! Não tem nada de mais!

5. Se você está num barco (local onde teve a festa sexta), é meio obvio o que se faz com o lixo. Eu até tento não olhar qdo alguém joga no chão, mas quando se está num barco, onde tem pessoas para limpar tua bagunça depois.. jogar o lixo no mar? Latas de cerveja, chepas de cigarro, isso é o menor.

“Não ligo pra exploração da mata, desde que me dê dinheiro. Quando você achar um trabalho que você ama, perceberá isso.”

Frase nojenta, né? Também achei. Isso não é amar o seu trabalho, cara. É amar fazer dinheiro.

Mas tudo bem. DInheiro vai ajudar bastante quando você estiver morrendo por causa do seu trabalho que tanto ama. Daí talvez se arrependa.

 

 

Ai! O mundo tá total-sem-solução aparente.

Bem, recentemente, como tenho falado bastante de patricinhas, parece que várias delas foram atraídas para este blog.

O mais legal é que as pessoas que chegam aqui parecem chegar por sites de busca, onde escrevem perguntas. Variadas, do tipo “como convencer minha mãe a por silicone/cortar franja/alargar orelha/etc”. E sobre isso, só tenho uma coisa a dizer:

Façam. Nem perguntem pra ela, simplesmente façam. Se você tiver o dinheiro disponível, obviamente. Pedir pra elas é simplesmente querer levar um não na cara. Se a mãe de vocês for um pouquinho¹ igual a minha, ela vai olhar, arregalar os olhos, olhar mais de perto e falar: “Ficou maravilhoso!”. Foi assim que eu fiz o meu piercing na boca e ela fala que era a coisa mais bonita que eu já tinha feito.

(obs¹: O que eu duvido bastante que aconteça, por que nenhuma mãe é tão legal quanto a minha. Falando sério. A mãe de vocês pede pra baixar dvd do Mötorhead ou Iron Maiden pra ela? Não? Viu. Ela também fala que ficaria totalmente louca no show deles, e pularia no palco pra beijar a pinta do Lemmy. Costumava dizer que trocaria o pai pelo Santana, e fala que se vê a qualidade de um baixista pelo uso de palheta. Não, não é pelas técnicas que ele usa, é o simples fato dela usar palheta. Eu falei, minha mãe é demais.)

Se você não tem o dinheiro para fazer isso (especialmente se você quiser silicone), e mesmo assim quiser seguir a sugestão acima, eu já vou dando algumas dicas:

1. Não deixe ela saber que você usou o cartão de crédito dela para isso.
2. Vá devagarinho. Corte o cabelo de pouco a pouco, até que ele estiver um pouco acima da orelha, daí ela já não tem mais o que fazer. (Obviamente isso não se aplica ao silicone, otária. Vai fazer 900 cirurgias, 5ml por vez?)
3. Tenha certeza que sua mãe não vai te matar por isso.

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Outra coisa que escrevem pra chegar aqui é “como saber se sou patricinha teste”. Então eu resolvi ajudar as pequenas padawans que tem por aí e fazer o meu próprio teste caseiro para saber se você é patricinha ou não:

 

Instruções:
1. Responda “Sim” ou “Não”.
2. Responda sem pensar muito. As respostas mais sinceras são as que vem de primeira.
3. Não tente enganar a si mesma! Eu não vou saber a resposta do seu teste. Por mais que você me ache foda, eu não sei ler mentes.

 

Perguntas:

1. Você é fresca?
2. Você leva mais de duas horas pra se arrumar?
3. Você demora mais de 10 minutos no banho?
4. Você acha que calça de lycra² tá na moda, especialmente se for com estampas de animal?
5. “Ai, amigããã” e “que mara!” são expressões freqüentes no seu vocabulário?
6. Você sabe que ‘vizinho’ se escreve com ‘z’ e não com ’s’?
7. Acha que a Bobby Blues é o melhor lugar para comprar calças?
8. Ouve os típicos raps americanos, seguidos por Beyoncé e Mariah Carey?

 

Resultado:

Se você assinalou mais de 1 (um) ’sim’:
Parabéns! Você é uma patricinha! :D Gente! Só o fato de você achar que um teste pode determinar o que você é já mostra que seus miolos não prestam!

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(obs²: Calça de lycra, também conhecida como a principal formadora de Patas-de-Camelo. Existe coisa mais vulgar?)

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Não entendo essas coisas, mesmo. Quando eu li a parada do WordPress falando que procuraram isso chegaram ao meu blog, eu fiquei imaginando o que a pessoa estava pensando.

Se ela procurou isso deve ser por que a chamaram assim. E tem algo errado nisso? Usam como um palavrão, mas cara, o que tem realmente de errado? Tá, de vez em quando elas são frescas e fúteis, mas nem sempre. Já conheci meninas assim que são bastante centradas e legais de conversar.

Não há nada de errado em querer se arrumar e parecer bonita. Não há nada de errado em usar rosa, por ser uma cor que você gosta. Eu, pessoalmente, acho que só uso vermelho. Meu guarda-roupa todo é vermelho. Existêm rótulos que as pessoas botam nas patricinhas que na verdade simplesmente são coisas de mulher.

Por exemplo, eu não demoro duas horas pra me arrumar, mas detesto quebrar a unha. Dói, fica áspera e me irrita. Não tenho medo de andar na rua de noite sozinha, mas Deus-me-livre se passa uma barata! (Baratas são nojentas. São sim. São nojentas por que eu fico imaginando onde diabos elas estiveram e minha imaginação não me deixa chegar perto delas depois disso.)

Não são traços de patricinha. Eu consigo ver as fotos de doenças na aula de biologia, enquanto o menino na fileira do fundo passou a aula seguinte vomitando. Ele é uma patricinha?

Não me levem a mal, pessoal. Eu não sou contra patricinhas. Eu sou contra o espírito de ovelha. Tem uma diferença entre as duas coisas. Não apoio pessoas que usam as coisas só por que acham que é moda. Ter senso comum é ficar revoltado quando vê algo injusto, é ter noção de certo ou errado, já achar que os meninos não vão gostar de você por causa do tamanho dos seus peitos é outra coisa!

Eu parei pra pensar nisso por que esse final de semana eu estava na fila do supermercado com o Fer (Meioirmão, melhor amigo, conselheiro, motorista e idiota mór) e vimos uma revista cuja capa continha, em letras garrafais: “SAIBA SE SEU MARIDO ESTÁ TRAINDO!”

Cara, se você não confia no seu marido, independente dele trair ou não, você não deveria estar casada. Acredito piamente no lema que “confiança se consegue”, sim, acredito. Mas não se casa sem. Nunca quero dividir minha vida com uma pessoa que eu não confio. Se não consigo contar com alguém para um relacionamento, por que contaria para dividir responsabilidades?

A cabeça das pessoas está toda ao contrário!

 

 

m: Spoon – Stay Don’t Go.

Eu me pergunto por que sempre demoro tanto pra criar respostas.

Sempre que tem algum argumento, discussão ou etc, eu penso numa resposta magnífica, mas três horas depois. Daí já é tarde, né? Não vou mandar uma mensagem do celular falando “OLHA, PENSEI NISSO AGORA! OWNED!”

 

Hoje teve aulão. O que pra mim, é só mais uma desculpa pra ficar sentada em grupo desenhando. Tá, não é, eu realmente presto atenção. Desenhando.
De vez em quando eu acho que eu sou, assim, uma brastemp, sabe? Consigo fazer milhares de coisas ao mesmo tempo, e todas saem bem. (Bem, nos meus olhos todas elas são incrivelmente perfeitas.)

Mas é difícil me convencer que eu realmente acordo cedo num sábado para ter aula a tarde toda. Os portões abriam à 1:30h, eu e o Carlos chegamos lá por volta de meio dia e quinze, e tinha fila dobrando a esquina. (E olha que metade dos estudantes lá não eram japoneses.)

Mas é sentando na arquibancada do ginásio e olhando pra’quele mar de pessoas que se percebe que todas elas são praticamente iguais.

Não se acha uma menina sem luzes e todas elas tem a franja presa pra trás. Raras são as de cabelo curto. Geralmente usam calça skinny, e um suéter amarrado aos ombros, e estão fortemente maquiadas. Me pergunto que tipo de pessoa consegue acordar mais cedo num sábado frio para passar maquiagem e ir à aula. (Eu sei por que já tentei uma vez. Acordar três horas antes, escolher roupas, banho, cabelo, rosto, cremes e etc, e depois de uma semana eu já estava acordando 10 minutos antes do ônibus sair, e de vez em quando até esquecendo de tirar as pantufas.)

Não se acha também um menino de simples calça jeans e blusa branca. A maioria está com o cabelo “estilosamente” bagunçado, com um ar de rebelde. 90% usa calça xadrez. (O que pra mim é bastante confuso, já que eu sempre distinguia as pessoas relativamente alternativas pelo xadrez. Agora eu as vejo sendo vendidas em vitrines de lojas de surf.) E os que não usam xadrez, usam blusa polo listrada, ou uma blusa com vetores estampado levemente colada. (O que, na minha cabeça, grita homossexualismo.) É quase um alívio ver um homem com blusa amassada e cara de quem acabou de acordar, atrasado, e saiu correndo.

Mas isso nem é o que me choca mais! Quinta feira fui almoçar com les filles, e tive que esperá-las na frente do colégio.

É horrendo ver meninos que aparentam ter 19 anos saindo de um colégio de primeiro/segundo ano. Eu fico pensando se eles rodaram 900 anos ou se simplesmente estão se desenvolvendo mais rápido que o normal. (Pelo que dizem tem algo a ver com hormônio aviário.) E se eu achava que as meninas estavam parecidas no aulão, meu deus! Naquela saída elas usavam uniforme. Sabe o que é isso? São mais de 1000 meninas iguais de cabelos iguais, comprido e com luzes, calças coladas iguais e baby-looks iguais que não exatamente alcançam os zipers de suas calças iguais. Desfilando em saltos são tão altos que eu me pergunto como subiram ali sem a ajuda da mãe ou de uma escada, o que fez eu me lembrar das milhares de vezes que virei meu pé com tênis e pensar o quanto mais doloroso seria se eu usasse salto.

Comentando isso com a Bibi, percebi que é completamente compreensível. Elas querem chamar a atenção. O estádio estava praticamente cheio de meninos bonitos que se achavam a salvação para o universo, e elas queriam ser notadas. Então comentei que se eu não tivesse um pingo de massa cefálica eu estaria fazendo a mesma coisa. Cinco segundos depois eu virei e falei: “Nem precisaria mesmo, eu tenho meu cabelo. Ele já chama atenção por sí só!”

 

 

Preciso comentar também que estou farta de desculpas esfarrapadas.

Hoje fumaram no meu quarto. Depois de eu pedir novecentas vezes para não o fazerem, e quando comentei, minha irmã falou “Desculpa”.

Estou farta de pedidos de desculpas, somente para o erro ser repetido novamente.

“Desculpas” são pedidas quando você sente muito, e vai tentar (ou no mínimo se esforçar!) não repetir o ato. É algo que se pede para fazer o outro se sentir melhor, não você mesmo. Se for para fazer tudo novamente, não fale nada, faça tudo que tenha que fazer e peça desculpas no final. Se a pessoa não estiver achando que você é o maior ignorante, bundão, idiota, estúpido do mundo, ela vai pensar no seu caso.

Acho que as pessoas pensam que pedir desculpas arruma tudo, e apaga o erro. “Ah, já pedi desculpas, cara!” mas isso não muda o fato que meu jeans ainda está sujo de cerveja, meu quarto continua fedendo a cigarro e ainda tem migalhas de pão na minha cama, entre diversas outras coisas.

Vou tacar fogo na sua casa, arranhar todo seu carro, trocar sua pasta dental por soda cáustica, falar mal de sua mãe, e depois pedir desculpas.

“Mas é, cara, desculpa. Sem ressentimentos, não foi nada pessoal, saca? Esquecer e perdoar. Tá afim de me pagar uma cerveja?”

 

Acho que não-querer ratificar o fato significa que você não se arrependeu, realmente.

Sei lá, acho que metade do mundo devia tomar vergonha na cara.

m: Mando Diao – Clean Town.

Quem precisa de cirurgia plástica quando se tem Photoshop? Sério, é só tipo, não sair de casa nunca mais.

Existem coisas que são meio impossíveis de acreditar, né?
Exemplo (Eu tenho muito tempo nas minhas mãos.):

a. Que o Nick Carter não fez cirurgia plástica naquelas orelhas de abano dele.

b. Que o nariz da Ashlee Simpson é de verdade.

c. Que a Lindsay Lohan não está pagando de lésbica pra chamar a atenção.

d. Ou que eu sei tudo isso só por pura coecidencia, e não passo minhas tardes no wikipédia.

Mas o que eu quero dizer, é que não tem nada que a maquiagem não ajude, e nada que o Photoshop não concerte. Gente, quando se tem uma irmã que nem a minha, que adora maquiagem e usar as pessoas de cobaia, dá de ver os milagres da maquiagem. Ou simplesmente não saia de casa.

A maioria das cirurgias plásticas que eu vejo por aí acabam virando a coisa mais horrenda do mundo depois de um tempo. Pode ser que o médico é uma merda, ou simplesmente é difícil fabricar um corpo totalmente novo.

Eu uso maquiagem. Não que eu saiba usar do jeito que a minha irmã sabe (o que é ridículo, a guria já é maravilhosa sem maquiagem!), e não que eu use o tempo todo. A maquiagem sempre estraga com a minha pele, e cria espinhas. E eu sou muito nervosa para ter espinhas. Não posso vê-las que já tô me machucando toda. A frase que mais ouso na sala de aula é “Faith, deixa teu rosto em paz!” ou “Faith! deixa tua unha em paz!”

(Uma amiga minha costumava dizer que se você me trancasse numa sala 4×4 sem janelas e objetos eu taria mastigando minha própria perna depois de duas horas. Não posso ver cutículas saindo, espinhas, e variantes.)

Então eu uso bem esporádicamente. Não tenho saco para sair comprando maquiagem especial para tal tipo de pele, tal tom, e tal marca. Isso pra mim é irrelevante, e desperdício de tempo. (Claro, por que ficar procurando sobre cirurgias plásticas no google é uma maneira muito mais divertida de passar o tempo, né?)

Sei lá, eu mudo de opinião tão rápido sobre o que acho legal ou não, que morro de medo de aumentar/diminuir algo e daqui há dois anos achar que é o maior erro da minha vida. E além do mais, qualquer um tem defeitos, não? Alguns são mais aparentes que os outros, alguns mais concertáveis, ou “escondíveis” que os outros, e não importa quanta cirurgia plástica se faça, no final, ninguém fica perfeito.

Sei lá, eu acho que tem que apreciar os defeitos.

Eu tenho uma orelha de abano. Uma só, a do lado esquerdo. Agora eu to começando a usar o tapa olho com a faixa por cima pra ver se ela cola na cabeça. hahaha. Mas sim, ela é de abano, e ninguém percebe por que meu cabelo sempre tá em cima. As pessoas nem percebem que eu tenho alargador (8mm) em cada orelha, imagina se vão notar que ela é LEVEMENTE de abano?

A mãe ri da minha cara toda vez que eu reclamo de qualquer coisa física, mas isso é trabalho de mãe. Elas têm que achar que todas as filhas são perfeitas. (Mas ela vive falando que se eu quiser botar silicone ela apoia. HAHAHA.) Mamãe é demasiadamente honesta. Ela não tem pena de falar que minha roupa está péssima e minha blusa tem cor de “nosso senhor dos passos”.

Bem, finalizando, é necessário dizer que acredito em cirurgia quando é algo para você. Algo que você não gosta, e que vai mudar para você se sentir melhor. Mas acho, também, que deve ser feito com demasiado cuidado, e deve ser repensado várias vezes. Eu posso dizer, com bastante segurança, que sou muito cagona pra isso.

(E também que se você tiver a grana da Ashlee Simpson e aquele nariz, OPERA, QUERIDA. Mas se você tiver as orelhas do Nick Carter, e aquela cara de panaca, se mata logo que nem concreto ajuda.)

obs.: Perceberam que eu consegui manter UM SÓ assunto no post? Acho que estou amadurecendo!

Gente! Eu sou péssima.

Eu acho incrível como eu consigo criticar as outras mulheres por coisas que eu faria exatamente igual na posição delas! Eu consigo falar de como elas são otárias, e grossas, e estúpidas, e por aí vai. Eu consigo criticar as roupas, os modos, os gostos, e não consigo fazer essas críticas para mim mesma. Por que de vez em quando eu faço igual. Note. De vez em quando.

Eu admito. Eu gosto de Fall out boy (Pegava aquele vocalista FÁÁÁCIL!). Gosto. Gosto sim. E gosto de Justin Timberlake, acho ele gatinho, e acho que “Sexy Back” é a melhor música de dançar nas festinhas. Eu acho que Panic(!) at the Disco é a coisa mais bonitinha do mundo, principalmente quando eles se vestem de Beatles.

Eu tenho um gosto estranho. E detesto de 90% das coisas que tem por aí.

Exemplos;

a) Acho que aquela idéia de fazer melancias quadradas é ridícula. Não tem motivo pra elas serem quadradas. Por que diabos elas deveriam ser quadradas? Sim, elas ficam esteticamente mais agradáveis, mas gente, deixa as melancias em paz! Acho total disperdício de tempo!

b) Acho a fixação da Avril Lavigne por cheerleaders brega. Não acham que ela já passou da idade de ter adolescentes de saia soletrando AVRIL? Tipo, acredito piamente que toda patricinha tem um lado de rock, por que eu conheço as meninas mais arrumadinhas, de cadernos rosas e canetas de plumas que ouvem Hole e koRn e ADORAM. Mas gente, convenhamos, ela tá exagerando um pouco, não?

c) Palhaços. Não preciso explicar, né?

Tá. Eu continuaria. Mas tenho que ir pra oficina.

 

 

 

Presente:


Thomas Dutronc – Comme une Manouche sans Guitare.

 

 

m: Sanseverino – André